
Revisão Fiscal
A maioria das empresas nunca revisita os próprios impostos dos últimos cinco anos, parte do princípio de que, se foi pago, estava certo.
Sobre a Revisão Fiscal →A diferença entre uma empresa que sofre com impostos e uma empresa que os usa a seu favor nunca foi a lei. Foi a leitura que se faz dela.
Não vendemos serviços tributários. Interpretamos estruturas, riscos e oportunidades que a maioria das empresas nunca chega a ver.
Existem duas formas de se relacionar com o sistema tributário.
A primeira é reativa: pagar o que é cobrado, entregar o que é pedido, corrigir o que dá errado. A maioria das empresas brasileiras vive nesse modelo, e nada nele está errado.
A segunda é interpretativa: entender por que a cobrança existe, onde a lei permite outra leitura, e o que essa margem de interpretação vale em números.
Essa segunda forma não é sobre burlar regras. É sobre lê-las com mais precisão do que a média do mercado costuma ler.
A diferença entre as duas raramente aparece em uma auditoria. Aparece no resultado do exercício.
Antes de qualquer estratégia, existe uma leitura do cenário. Decisões melhores começam quando essa leitura é mais precisa do que a do concorrente.
Executar bem uma leitura errada só acelera o erro. Por isso, cada estrutura é pensada antes de ser implementada.
Créditos não recuperados, estruturas ineficientes, riscos latentes: o custo real está no que passa despercebido, não no que é discutido.
Duas empresas podem cumprir a mesma lei e obter resultados completamente diferentes. A diferença nunca é a lei. É a leitura.
Levantamento técnico da estrutura fiscal e societária atual, sem pressupor conclusões antes de olhar os dados.
Entender exatamente onde a empresa está, antes de decidir para onde deveria ir.

A maioria das empresas nunca revisita os próprios impostos dos últimos cinco anos, parte do princípio de que, se foi pago, estava certo.
Sobre a Revisão Fiscal →
Toda estrutura tributária foi desenhada para um cenário. Quando o cenário muda, o que gerava eficiência começa a gerar desperdício, silenciosamente.
Sobre o Planejamento Tributário →
Crescer sem estrutura tem um custo que normalmente só aparece mais tarde, e maior do que teria sido corrigi-lo antes.
Sobre a Consultoria Empresarial →
Patrimônio construído sem estrutura de proteção não pertence inteiramente a quem o construiu. Pertence também ao risco.
Sobre a Proteção Patrimonial →Cobramos uma parcela do que é efetivamente recuperado, nunca por hora de análise. O incentivo muda: nosso interesse é encontrar o máximo, não prolongar o processo.
Você vê o potencial de recuperação antes de decidir qualquer coisa. Nenhuma estrutura é vendida às cegas.
A maior parte do valor represado está no que já foi pago, não no que ainda será. Por isso olhamos para trás primeiro.
Nenhuma arquitetura tributária ou patrimonial é entregue para resolver o momento. É desenhada para sustentar decisões mesmo quando o cenário regulatório mudar.
Processamos milhares de notas por mês e nunca tínhamos parado para olhar para trás. Só entendemos o tamanho do que tinha ficado passado quando a Vellor mostrou o número, e em nenhum momento isso atrapalhou nossa operação.
Recomposição de caixa sem necessidade de aporte externo.
Cada loja parecia ir bem sozinha, mas ninguém enxergava o conjunto. Depois que os indicadores ficaram claros, vimos que estávamos perdendo margem em decisões que pareciam pequenas, e que se repetiam todo mês nas três lojas.
Margem consolidada recuperada sem precisar abrir uma quarta loja para compensar a perda.
Sabíamos que ia crescer, mas não que a estrutura tributária ia crescer errado junto. O planejamento evitou um problema que só apareceria daqui a dois anos, quando já seria caro demais para corrigir.
Expansão interestadual iniciada sem aumento proporcional de carga tributária.
Respondemos as dúvidas mais comuns, incluindo as que você ainda não sabia que tinha.
Você não precisa escolher. O diagnóstico inicial olha para a estrutura fiscal, societária e patrimonial da empresa como um todo, e é ele que aponta se o caso é de Revisão Fiscal, Planejamento Tributário, Consultoria Empresarial ou Proteção Patrimonial, às vezes mais de um ao mesmo tempo.
A contabilidade existe para manter a empresa em conformidade, apurando e recolhendo corretamente o que é devido mês a mês. A Vellor faz uma leitura retroativa e estratégica, especializada em identificar o que ficou para trás nessa rotina, sem substituir o trabalho do seu contador.
Modelo de êxito: sem taxa de entrada, sem mensalidade. Você paga uma parcela apenas do que é efetivamente recuperado ou da economia comprovada, nunca pelo tempo de análise.
O diagnóstico inicial leva até 7 dias úteis. Havendo potencial de recuperação ou de reestruturação, a execução costuma levar alguns meses, variando conforme o volume de dados e o órgão ou processo envolvido.
Isso acontece, e é dito com a mesma clareza de um resultado positivo. Como o modelo é de êxito, você não paga nada pelo diagnóstico, independentemente do resultado.
Dados fiscais, societários e, quando o caso exige, patrimoniais dos últimos exercícios, tratados sob confidencialidade e usados exclusivamente para o diagnóstico da sua empresa, nunca compartilhados com terceiros ou citados como referência em outros casos.
A transição para o IBS e a CBS abre uma janela específica para regularizar a estrutura atual e aproveitar créditos do regime anterior. À medida que a transição avança, parte desse valor deixa de existir, por isso o momento de revisar é agora, não depois que o novo regime já estiver totalmente em vigor.
Toda estratégia que desenhamos começa da mesma forma: entendendo, com precisão, onde a empresa está agora. Isso não exige decisão prévia, só disposição para olhar com mais profundidade para algo que, até aqui, pareceu resolvido.
Com a transição para o novo regime tributário em curso, o período para revisar a estrutura atual e captar créditos do modelo anterior tem prazo. A janela é regulatória, não promocional.